Tomo nas minhas mãos o Manual,
Que diz ser de Todas as Coisas.
Um nova edição,
Que a anterior já estava desactualizada para as coisas.
(Ou eu é que estava desactualizado).
Enfim, vou folhe-a-lo.
E vou sorrindo,
Enquanto vejo as páginas passarem por mim,
Em branco.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Baralha
Baralha as cartas...
Baralha já as cartas! Antes,
Que me saia o ás de ouros,
Ou o duque de paus.
Baralha já as cartas! Antes,
Que me saia o ás de ouros,
Ou o duque de paus.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Escrever
Escrever,
Tal como a água enche o copo, que aguarda debaixo de uma torneira.
Até transbordar.
Tal como a água enche o copo, que aguarda debaixo de uma torneira.
Até transbordar.
domingo, 23 de agosto de 2009
Finais
Vou escrever uma história com todas as palavras que me apetecer!
Hoje ninguém me controla!
Começo esta história,
Onde o seu final termina,
Porque terminar num fim já não me agrada.
E porque não terminar num fim?
Porque não finalizar tudo naquele começo,
Que nos adoça a boca, por sabermos que encerra um final?
Porque,
Os finais,
São tristes.
E são tristes
Porque simplesmente,
São finais!
No entanto,
Esqueço toda esta tristeza,
Ao olhar para as cartas.
Ahh sim, prefiro muito mais deixar-me encantar pelo baralhar das cartas!
Aquele deslizar perdido no tempo,
De cartas entre cartas!
Como quem mistura vidas,
As ligas e desliga,
Faz delas o que quer!
E nesta história,
Porque a mim me apetece chamar-lhe história,
Dizer que ela é minha,
Que fui eu que a criei,
Nesta história,
Eu faço tudo aquilo que quero!
Hoje ninguém me controla!
Começo esta história,
Onde o seu final termina,
Porque terminar num fim já não me agrada.
E porque não terminar num fim?
Porque não finalizar tudo naquele começo,
Que nos adoça a boca, por sabermos que encerra um final?
Porque,
Os finais,
São tristes.
E são tristes
Porque simplesmente,
São finais!
No entanto,
Esqueço toda esta tristeza,
Ao olhar para as cartas.
Ahh sim, prefiro muito mais deixar-me encantar pelo baralhar das cartas!
Aquele deslizar perdido no tempo,
De cartas entre cartas!
Como quem mistura vidas,
As ligas e desliga,
Faz delas o que quer!
E nesta história,
Porque a mim me apetece chamar-lhe história,
Dizer que ela é minha,
Que fui eu que a criei,
Nesta história,
Eu faço tudo aquilo que quero!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Des(Ilusão)
...
...
... estás desse lado?
Sim, tu! Quem mais poderia ser?
Vês mais alguém a falar contigo?
Melhor, está mesmo alguém a falar contigo?
Ou tudo isto é só uma ilusão rabiscada num papel?
...
... estás desse lado?
Sim, tu! Quem mais poderia ser?
Vês mais alguém a falar contigo?
Melhor, está mesmo alguém a falar contigo?
Ou tudo isto é só uma ilusão rabiscada num papel?
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